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quinta-feira, fevereiro 22, 2024

UEPG se manifesta sobre assédio e afasta professor cautelarmente

Universidade disse levar a sério os casos de assédio e afirmou já ter exonerado um docente pelo mesmo caso

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A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) se manifestou oficialmente pela primeira vez sobre os casos de assédio registrados contra um professor da instituição. A medida da universidade, no entanto, só foi divulgada depois que estudantes se reuniram para cobrar uma ação da universidade na tarde da última quinta-feira (27), quando foi realizada uma manifestação.

Estudantes se reuniram para cobrar ações da UEPG | Imagem: Reprodução / UEPG

Diante dos estudantes, a procuradora jurídica da UEPG, Adriana Campagnoli, afirmou que o professor foi afastado cautelarmente para que sejam realizadas investigações; a medida afasta o docente pelo período de 30 dias. Adriana também detalhou que a instituição dará o direito ao contraditório e à ampla defesa do acusado.

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Além de denunciar o descaso, os alunos envolvidos ainda afirmam sofrer perseguição, visto que o nome dos denunciantes foi divulgado, conforme relato. “Fato que não deveria ter ocorrido, mas que ocorreu novamente por conivência da instituição com o referido professor”, detalhou o texto que denuncia o ocorrida.

UEPG de olho no assédio

A Universidade Estadual de Ponta Grossa afirmou levar a sério todo o caso de assédio, sendo assim não foram arquivadas nenhumas das denuncias realizadas nos últimos 5 anos. Além disso, a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis afirmou que um docente foi exonerado recentemente por assédio sexual.

Relembre o caso

Estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) realizaram nos dias 27 e 28, uma manifestação no Campus de Uvaranas e na Praça do Rosário com o intuito de cobrar ações da instituição diante do caso de assédio que foi registrada ainda no dia 11 junto a ouvidoria da universidade.

Segundo o relato enviado para o equipe do Jornal Colabore pela União Paranaense dos Estudantes (UPE), o professor em questão já foi denunciado outras vezes pelo mesmo caso, desde 2013, e a instituição nunca tomou providências.

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