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quinta-feira, fevereiro 22, 2024

Presidente do Equador declara estado de emergência e autoriza uso de armas

Presidente do Equador defende autonomia da população no combate ao crime

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O presidente do Equador, Guillermo Lasso, fez um pronunciamento em rede nacional de televisão, nesta sexta-feira (8), para declarar estado de emergência no país em virtude da crescente crise de crimes e violência. Se não bastasse, o líder também afirmou que houve uma alteração no decreto do armamento, que agora autoriza que todos os cidadãos tenham acesso a armas.

Imagem: Reprodução / Agência Brasil

Além disso, a medida do presidente permite que os militares tomem as ruas de diversas cidades, com o objetivo de ajudar na luta contra o narcotráfico, que vem sendo uma crise de segurança severa no país. Guilhermo deixou claro que os cidadãos e a polícia devem lutar contra um “inimigo comum.”

“Declaramos estado de emergência na zona 8, que inclui (as cidades de) Guayaquil, Durán e Samborondón, e nas províncias (costeiras) de Santa Elena e Los Ríos”

Afirmou o presidente do Equador
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Entre as ações, está o decreto de toque de recolher nessas cidades, das 1h às 5h da manhã, além da proibição de realização de eventos ou reuniões. Quem descumprir a lei poderá sofrer sanções judiciais, inclusive ser preso.

Crise política no país

O presidente do Equador, Guillermo Lasso, enfrenta um momento difícil em seu governo, que já vinha marcado por uma crise de segurança pública, agora agravada por uma instabilidade política cada vez maior. Na última sexta-feira (31), teve início o processo de impeachment do presidente na Assembleia Nacional, em meio a acusações de corrupção envolvendo ele e seu cunhado na distribuição de cargos públicos.

Lasso, que nega as acusações, tem 45 dias para evitar sua destituição em um Congresso onde a oposição possui maioria. A situação do presidente é ainda mais delicada com a descoberta de quatro corpos na província de Santa Elena, entre eles o do empresário Rubén Cherres, apontado como um dos implicados no caso de corrupção estatal.

Os corpos encontrados apresentavam marcas de balas e estavam com as mãos amarradas, o que indica uma possível execução. A descoberta dos corpos gerou ainda mais preocupação na população, que já estava assustada com o aumento da violência no país.

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