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terça-feira, julho 23, 2024

Sindicato decide manter o estado de greve na UEPG

Professores também aprovaram o calendário de mobilização para o mês de agosto

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Com informações deSINDUEPG

A Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (SINDUEPG) realizou na última quinta-feira (13) uma assembleia com professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) onde decidiram manter o estado de greve e aprovaram o calendário de mobilização para o mês de agosto. As aulas seguem normais nesse período, até uma nova decisão do sindicato.

Segundo o sindicato, o motivo é “a demora por parte do Governo do Estado no encaminhamento do plano de revisão de carreira”. Segundo os representantes da categoria, o salário dos professores tem uma defasagem de 42% ao longo dos últimos sete anos.

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Entre as ações planejadas, estão reuniões com os departamentos, panfletagens e construção de paralisações de forma integrada com as demais universidades estaduais do Paraná (UEL, UEM, UENP, Unicentro, Unespar e Unioeste).

A ideia é informar a categoria sobre o encaminhamento do plano, além de estimular a participação dos professores e professoras nas discussões sobre a proposta

destacou a nota do sindicato

O plano de carreira foi apresentado ao Governo do Estado no dia 12 de abril e a expectativa era que ele seria enviado à Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) até agosto, mas o próprio governo reconhece que esse prazo não será cumprido.

Greve na UEPG

Os sindicatos das universidades realizaram diversas reuniões com representantes da ALEP, SETI, APIESP e Casa Civil ao longo de todo o período, com o objetivo de cobrar agilidade no processo de tramitação da proposta e abrir canais de negociação. No entanto, ainda não foi estabelecido um cronograma para o encaminhamento do plano de carreira, que no momento se encontra em análise na Casa Civil.

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1 COMMENT

  1. Acho justo os professores lutarem por um salário melhor, mas também uma falta de respeito com os alunos. Eles já passaram por pandemia, perderam conteúdo, sendo que muitos gastaram para entrar na universidade, e agora se formar de forma atropelada. No final os mais prejudicados são os alunos, que precisam passar por tudo isso.

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